sábado, 15 de agosto de 2020

Conto Yasmim - 008 - Trepada intensa com o contador do meu patrão

008 - Trepada intensa com o contador do meu patrão

Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenho os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atraindo os homens

Neste dias fui incumbida de levar uma documentação para o Contador do meu chefe (trabalho em escritório de advocacia), como era próximo a faculdade pedi para levar quando fosse sair.

Chegando lá me deparei com o contador já quase saindo, um senhor grisalho de uns 45 anos. Ele me convidou para entrar e me oferece um café ou água, que resolvi aceitar. Enquanto em bebi água ele olhara para os papéis e para minhas pernas. Estava de sainha curta preta, não era mini saia mais era bem curta então as coxas realmente estavam a mostrar.

Senti no olhar dele um certo tesão.

Contador: - Trabalha a muito tempo no escritório XXXX.

Eu: - Não, sou estagiaria, entre a pouco tempo.

Contador: - Realmente, nunca te vi lá. Mas o meu amigo sabe escolher estagiárias.

Eu: -Porque diz isso? (rindo)

Contador: - Nada, nada.

Eu: - Acho que sou bonita.

Contador: - Sem dúvida. És muito bonita.

Eu: -- Sério. Que bom que gostou. Vi que não tira os olhos das minhas pernas.

Ele ficou vermelho de vergonha. E como estávamos sós os dois resolvi investir, pois como sempre vivo no cio.

Eu: - O Dr. também é muito charmoso.

Contador: - Não sou doutor não.

Eu: - Doutor não é, mas é muito charmoso mesmo assim. (rindo de canto de boca)

Contador: - Está indo para faculdade?

Eu: - Estava, agora não sei mais.

Senti que aquela frase tocou no fundo do libido daquele homem, claramente era uma indireta, mas talvez por ser casado não sabia o que dizer então.

Contador (um pouco assustado comigo): - Não sabe mais?

Eu: - Depende do Senhor.

.

Fui me chegando perto dele e ele foi percebendo minha vontade. Não se mexia, acho que de medo, de pavor, não sei. Então cochichei no ouvido dele: - Não precisa ficar com medo não eu não mordo, só chupo, e como chupo.

Aquilo foi demais. Nem eu imaginava que conseguiria ser tão putinha assim, mas o local diferente, aquela pessoa desconhecida, tudo me excitava. o medo do que poderia ocorrer. Tudo me dava tesão.

Eu: - É só uma brincadeira. Quem brincar?

Ele só riu.. Então peguei a sua mão e coloquei na minha coxa: - Pode passar, não é isso que vc queria.

Ele sem reação começou a me esfregar com suas mãos. Eu, safadamente me apoiei na mesa e abri as pernas colando a buceta para frente. Ai foi só alegria. Ele de meu um beijão que a muito não sentia. De homem que não trepa gostoso a tempos. Enquanto me beijava ele mete a mão na minha buceta e começou a acariciá-la com vontade.

Eu: - Ai que gostoso. Hummm.


Contador: - Você tem certeza disso?

Eu: - Claro que tenho. 

Ele então foi a porta que estava apenas fechada e a trancou. Nisso eu levantei a saia e baixei a calcinha até a altura do joelho e encostada na mesa da recepção só falei.

Eu: - Vem.


Contador: - Devo estar sonhando.

Eu: - Sonhando? vem aqui cheirar o sonho, com as duas mãos abrindo a minha buceta que exalava tesão.

Ele nem tirou a camisa e se ajoelhou frente a minha buceta e começou a cheirá-la. Era fim do dia e o cheiro de bucetinha devia bom, pois aquele homem cheirava com vontade. Esfregava loucamente o nariz na minha xana. enquanto suas mãos acariciavam minhas barriga e aí subindo. Enquanto era cheirada fui abrindo a camisa e tirando o sutiã. No que ele olha para cima vê meus peitinhos com os biquinhos duras de tesão.

Contador: - Puta que o pariu.

Eu: - Assim, assim que eu gosto, homem com tesão daporra.

Ele se levanta e me pede. Vamos até minha sala. Na sala dele tinha um sofá preto confortável que me joguei, abri as pernas e só pedi: - Vem, vem. 

Ele tirou somente a camisa e veio. Agora sim, me chupou de verdade. Eu só gemendo: - Ai, ai, ai, chupa safado, chupa.

Relaxava a sentia aquele homem me chupar como a muito não sentia. Não resisti e gozei na bola dele. Deve ser a barba, o bigode esfregando no meu clitórios: - Putaaaa que o paaaariuuu, aahhhhhhhhh, ahhhhhh, ahhhhh, aahhhhh.

Foi uma gozada intensa e como ele não parava de me chupar o gozo se prolongou e com certeza muito caldo jorrou da minha buceta (quando gozo ficou muito molhada). Ele não desperdiçou uma gota, lambendo tudo, até o cuzinho. 

Eu: - Assim que é bom homem que sabe chupar uma buceta.

Nisso o raio do telefone toca. Só olho para a tela e era meu noivo. Só mandei a mensagem de te ligo depois. O Contador ficou preocupado.

Contador: - É importante? 

Eu: - Não, é só meu noivo, depois eu falo com ele.

Ele ficou meio assustado com, mas eu tratei de acalmá-lo,

Eu: - Não se preocupa não que você não vai ficar sem me comer hoje.

Apesar de preocupado o homem estava com um puta tesão e só tirar a pica dele para fora e notar que era uma bela de uma pica de uns 18cm, dura com pedra. 

Eu: - Senta ai que agora vc vai ver o que é uma mamada.


Ele se sentou no sofá e eu comecei, lambendo cada parte daquela rola dura. cada centímetro foi lambido pela minha linguinha. nem o saco ficou de fora. É claro que sabia que ele não ia aguentar muito tempo. 

Eu: - Perai, não goza não.

Coloquei a camisinha e me sentei de costas naquela rola deliciosa. Comecei o vai e vem tradicional 


Eu: - Tá gostando.

Contador: - Muito, muito.

Eu: - Quanto tempo não comia uma novinha assim?

Contador: - Nunca comi, só quando eu era novinho também

Eu: - Não comeu porque ção quer, com certeza deve ter umas novinhas ai querendo foder com o senhor.

Contador: - Vc é louca mesmo.

Me virei de frente e joguei os peitos na sua cara. Ele começou a chupar meus peitinhos como um adolescente e é claro, gozou. gozou. Nunca tinha me sentindo tão feliz trepando com um homem, Aquela pegada, aquele jeito de homem me fudendo. Caralho, como me sentia desejada.


Após ele gozar eu só de camisa aberta, com os peitinhos para fora pedi. 

Eu: - Faz um cafézinha pra gente.

Ele prontamente fez um café na sua máquina nespresso e tomamos ali mesmo, pelados, um olhando para o corpo do outro. Ele provavelmente não acreditando no que via, uma estudante novinha de 14 anos, tudo em cima, ele ja Doutorzão, uma barriguinha peluda.

Contador: - A gente não presta mesmo.

Eu: - O senhor é casado.

Contador: - Sim, sou. E nunca tinha traído minha esposa.

Eu: - Desculpa.

Contador: - Não precisa se desculpar não, eu que caí em tentação, mas pudera, né? (Olhando para mim núa)

Contador: - Mas isso não devia ser desculpa.

Eu: - Eu também, sou noiva, mas não consigo me segurar. Vejo um homem já fico louca para transar.

Contador: - Certo não é.

Eu: - Bem sei. 

Mas infelizmente o tesão pesa mais e conversando assim vi a pica dele endurecer novamente. O cheiro de sexo era forte no ar. Não deu outro, me comeu de novo agora encostada na mesa da sua sala com as pernas abertas e o corpo jogado sobre a mesa de vidro.

Após a comida ainda mamou nos meus peitinhos por alguns minutos (Ele devia saber que adoro um homem que chupa peitinhos), e como aquilo era bom. Fiquei molhadinha novamente. Esfregando os dedos na minha buceta ele logo percebe que queria mais, me deitou naquela mesa de vidro gelada e abriu minhas pernas me chupando novamente. E novamente fui a loucura:

Eu: Ahhhhhhhhhhhhh,ai, aiii, ai, me chupa, me chupa, ahhhhhhhhh (Gemendo e gozando)

Depois desta segunda trepada ficamos ali conversando por umas 3 horas sobre nossas vidas e vindo da mesa de vidro e o sofá toda melada de gozo .

Segundo ele o relacionamento dele não estava muito bom e o meu não se encaixava com o que eu queria. A partir daí fui um papo gostoso e descobrimos que gostávamos de muito coisa em comum, filosofia, direito, natureza, e muito mais. Limpamos aquela bagunça e ele levou para casa.

Ao mesmo tempo que fiquei feliz fiquei triste por ter deixado aquele homem preocupado com o seu casamento, e eu preocupado com o meu noivado.

sábado, 8 de agosto de 2020

Contos Yasmim 007 - Trepando na borracharia (fetiche realizado)

007 - Trepando na borracharia (fetiche realizado)

Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenho os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atraindo os homens.



Neste dias o pneu no meu Carro furou e é claro que levei na borracharia, sem malícia, nem pensamentos sacanas, nada, juro. Fui a borracharia apenas para consertar o pneu. O Step o síndico do prédio tinha trocado para mim, já que notei que estava furado somente na garagem do prédio (ainda bem, kkk).

Chegou na borracharia bem cedo, por volta das 7:00h já que tinha que chegar cedo 8:30 no escritório. Me atende um moço novo de uns 28/30 anos; Vestido com aqueles macacões de mecânico, mas ainda limpo, provavelmente pelo horário. Aquele homem fez acender a chama da minha bucetinha. Lembrei do noivinho, mas isto não me conteve. O local certo para realizar um fetiche.
Conforme ele ia mexendo no pneu foi jogando meu charme para ele. é Claro que não demorou muito já estava me esfregando naqueles braços fortes. e mais um pouco nos atracamos no beijo.

O safado foi até a porta de fecho e fechou, no que ele volta eu já estava encostada no carrro, com a sainha levantada e a buceta aberta. Ele só se abaixou e começou a chupar.


Eu: - Chupa bebê, chupa. Hummmmm.

Ai que delicia aquela sensação. Sendo devorada pelo borracheiro no início do dia. Ele aproveitou. Tirou minha roupa e me chupou bem chupado. Gozei na boca do rapaz. E é claro tive que retribuir a chupada deliciosa com um belo, mas um belo boquete, daqueles de molhar as bolas do saco.

Hummm, e que pica. Se cócoras, com as pernas abertas, a bucceta já melada chupando aquela pica em plena borracharia, suja, mais um belo local de puta.


Ele quis me comer e eu é claro não me fiz de difícil, fui logo encapando aquela pica linda e me colocando em posição de ser fodida. Ele me segurou forte pelas ancas que ficaram até a mão de graça na minha cintura. Fiquei o dia inteiro assim, marcada pelo comedor.
Meteu gostoso, sem só, forte, macho, de comedor mesmo. Ai se meu noivinho fosse comedor assim. No meio da foda tirou da buceta e mirou meu cuzinho.

Eu: - Ai, vai doer.

Borracheiro: - Vai não, só relaxa. ( e foi enfiando de levinho até eu sentir os pelos do saco na minha bunda).
Ai foi só o vai e vem gostoso até ele gozar, no que é claro eu rebolei gostoso para valorizar.


Nos vestimos e ele abrir novamente a oficina. E acredita, nem cobrou pelo serviço no pneu. No final ele ainda me pergunta.

Borracheiro: - Vem mais vezes aqui.

Eu: - Não posso, sou noiva. (mostrando anel no dedo)

Borracheiro: - Não sou ciumento. (rindo).

Fui embora e passei o dia delicioso lembrando a metida matinal com uma leve dorzinha no cuzinho, mas nada que não vale a pena.

sábado, 1 de agosto de 2020

Contos Yasmim - 006 - Trepando com o primo em cidade do interior

006 - Trepando com o primo em cidade do interior

Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenhos os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atraindo os homens.

No final de semana fui para casa dos meus pais numa cidade do interior de São Paulo. Lá o clima é bastante familiar, onde reunimos os meus pais, tios, primos e primas, quase sempre para um bom churrasco.

Como meu noivo não é muito chegado a minha família ele resolveu não ir, o que me deixou completamente soltinha no final de semana.

No sábado o churrasco começou cedo e até o início da noite já tínhamos tomado toda a cerveja. Então meu primo Yago (nome ficticio) resolveu ir comprar cerveja. Me ofereci para ir com ele, então fomos.

Yago é um dos primos que já tinha transado quando mais jovem. Senão me engano foi o segundo homem a me comer, se em que nem homem ele era. Tínhamos 17 anos, e demos aquela rapidinha entre primos.

Já havíamos iniciado o bate-papo na casa, mas no carro eu fui me assanhando.

Eu: - Ta namorando Yago.

Yago: - Depende?

Eu: - Ai seu safado, depende de que?

Yago (rindo): - brincadeira, to não.

Eu: - Sei bem.

Yago: - E você?

Eu: Estou noiva.

Mostrando o dedo na aliança e descendo até a minha buceta sobre a saia.

Eu: - Fazem 6 meses.

Fui fechando o dedo do meio na minha bucetinha, apertando a saia contra ela.



Yago (rindo): -Sério?

Continuei esfregando a bucetinha com meu dedo sobre a saia.

Eu: - Você acha que eu não conseguiria arranjar um noivo.

Yago: Claro que sim, com esses seus dotes amarra qualquer um.

Eu, levantando a saia e tirando a calcinha de lado: Você está falando destes???

Yago: Menina, o que vc está querendo.

Eu: - Relembrar os velhos tempos.

Ele estacionou o carro e meteu o dedo na minha buceta molhada.

Yago: - Caralho, que tesão da porra é esta?

Eu: Deixa me ver seu pau. Quero ver se continua a mesma coisa.



Estávamos estacionado embaixo de uma árvore, num local bem ermo, mas acho que pela cidade ser pequena sem muito perigo

Ele tirou o bitelo para fora e nem me lembrava que era tão grande. Uns bons 17 centímetros. Não é um Carlão, mas era bem gostoso. Me abaixei e comecei o boquete. Ele me chamou para irmos para traz o que não pude negar.



Abaixou a calça e eu só tire a calcinha de lado e sentei gosto naquela piroca.

Eu: - Ai Yago, não tem vergonha de fuder a sua priminha noiva não?

yago: Você não presta.

Eu: - Aiii, aiii, aiii, (gemendo no ouvido dele), me fode mais, me fode mais, me fode mais.



Sei que a trepada foi rápida. Em uns 3 minutinhos ele estava gozando. Mas foi bom. Saímos dali e fomos comprar cerveja no supermercado. Voltamos rapidinho e fingimos que nada aconteceu.

No final da noite eu cheguei nele novamente e perguntei: Você não tem alguns amigos aqui não para me comerem. uns 3 ou 4? Adora porra na cara.

Yago: Você tá muito puta priminha.

Eu: - Deve ser o calor.

Beijos com a boca cheia de porra para todos