A todos os visitantes e em especial aos cornos do pau curtos e punheteiros
Este Blog será dedicado a todos cornos (ou sonhadores) de pau curto que precisam de amigos para saciar os desejos sexuais de sua esposa.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2020
sábado, 15 de agosto de 2020
Conto Yasmim - 008 - Trepada intensa com o contador do meu patrão
008 - Trepada intensa com o contador do meu patrão
Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenho os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atraindo os homens
Neste dias fui incumbida de levar uma documentação para o Contador do meu chefe (trabalho em escritório de advocacia), como era próximo a faculdade pedi para levar quando fosse sair.
Chegando lá me deparei com o contador já quase saindo, um senhor grisalho de uns 45 anos. Ele me convidou para entrar e me oferece um café ou água, que resolvi aceitar. Enquanto em bebi água ele olhara para os papéis e para minhas pernas. Estava de sainha curta preta, não era mini saia mais era bem curta então as coxas realmente estavam a mostrar.
Senti no olhar dele um certo tesão.
Contador: - Trabalha a muito tempo no escritório XXXX.
Eu: - Não, sou estagiaria, entre a pouco tempo.
Contador: - Realmente, nunca te vi lá. Mas o meu amigo sabe escolher estagiárias.
Eu: -Porque diz isso? (rindo)
Contador: - Nada, nada.
Eu: - Acho que sou bonita.
Contador: - Sem dúvida. És muito bonita.
Eu: -- Sério. Que bom que gostou. Vi que não tira os olhos das minhas pernas.
Ele ficou vermelho de vergonha. E como estávamos sós os dois resolvi investir, pois como sempre vivo no cio.
Eu: - O Dr. também é muito charmoso.
Contador: - Não sou doutor não.
Eu: - Doutor não é, mas é muito charmoso mesmo assim. (rindo de canto de boca)
Contador: - Está indo para faculdade?
Eu: - Estava, agora não sei mais.
Senti que aquela frase tocou no fundo do libido daquele homem, claramente era uma indireta, mas talvez por ser casado não sabia o que dizer então.
Contador (um pouco assustado comigo): - Não sabe mais?
Eu: - Depende do Senhor.
.
Fui me chegando perto dele e ele foi percebendo minha vontade. Não se mexia, acho que de medo, de pavor, não sei. Então cochichei no ouvido dele: - Não precisa ficar com medo não eu não mordo, só chupo, e como chupo.
Aquilo foi demais. Nem eu imaginava que conseguiria ser tão putinha assim, mas o local diferente, aquela pessoa desconhecida, tudo me excitava. o medo do que poderia ocorrer. Tudo me dava tesão.
Eu: - É só uma brincadeira. Quem brincar?
Ele só riu.. Então peguei a sua mão e coloquei na minha coxa: - Pode passar, não é isso que vc queria.
Ele sem reação começou a me esfregar com suas mãos. Eu, safadamente me apoiei na mesa e abri as pernas colando a buceta para frente. Ai foi só alegria. Ele de meu um beijão que a muito não sentia. De homem que não trepa gostoso a tempos. Enquanto me beijava ele mete a mão na minha buceta e começou a acariciá-la com vontade.
Eu: - Ai que gostoso. Hummm.
Contador: - Você tem certeza disso?
Eu: - Claro que tenho.
Ele então foi a porta que estava apenas fechada e a trancou. Nisso eu levantei a saia e baixei a calcinha até a altura do joelho e encostada na mesa da recepção só falei.
Eu: - Vem.
Contador: - Devo estar sonhando.
Eu: - Sonhando? vem aqui cheirar o sonho, com as duas mãos abrindo a minha buceta que exalava tesão.
Ele nem tirou a camisa e se ajoelhou frente a minha buceta e começou a cheirá-la. Era fim do dia e o cheiro de bucetinha devia bom, pois aquele homem cheirava com vontade. Esfregava loucamente o nariz na minha xana. enquanto suas mãos acariciavam minhas barriga e aí subindo. Enquanto era cheirada fui abrindo a camisa e tirando o sutiã. No que ele olha para cima vê meus peitinhos com os biquinhos duras de tesão.
Contador: - Puta que o pariu.
Eu: - Assim, assim que eu gosto, homem com tesão daporra.
Ele se levanta e me pede. Vamos até minha sala. Na sala dele tinha um sofá preto confortável que me joguei, abri as pernas e só pedi: - Vem, vem.
Ele tirou somente a camisa e veio. Agora sim, me chupou de verdade. Eu só gemendo: - Ai, ai, ai, chupa safado, chupa.
Relaxava a sentia aquele homem me chupar como a muito não sentia. Não resisti e gozei na bola dele. Deve ser a barba, o bigode esfregando no meu clitórios: - Putaaaa que o paaaariuuu, aahhhhhhhhh, ahhhhhh, ahhhhh, aahhhhh.
Foi uma gozada intensa e como ele não parava de me chupar o gozo se prolongou e com certeza muito caldo jorrou da minha buceta (quando gozo ficou muito molhada). Ele não desperdiçou uma gota, lambendo tudo, até o cuzinho.
Eu: - Assim que é bom homem que sabe chupar uma buceta.
Nisso o raio do telefone toca. Só olho para a tela e era meu noivo. Só mandei a mensagem de te ligo depois. O Contador ficou preocupado.
Contador: - É importante?
Eu: - Não, é só meu noivo, depois eu falo com ele.
Ele ficou meio assustado com, mas eu tratei de acalmá-lo,
Eu: - Não se preocupa não que você não vai ficar sem me comer hoje.
Apesar de preocupado o homem estava com um puta tesão e só tirar a pica dele para fora e notar que era uma bela de uma pica de uns 18cm, dura com pedra.
Eu: - Senta ai que agora vc vai ver o que é uma mamada.
Ele se sentou no sofá e eu comecei, lambendo cada parte daquela rola dura. cada centímetro foi lambido pela minha linguinha. nem o saco ficou de fora. É claro que sabia que ele não ia aguentar muito tempo.
Eu: - Perai, não goza não.
Coloquei a camisinha e me sentei de costas naquela rola deliciosa. Comecei o vai e vem tradicional
Eu: - Tá gostando.
Contador: - Muito, muito.
Eu: - Quanto tempo não comia uma novinha assim?
Contador: - Nunca comi, só quando eu era novinho também
Eu: - Não comeu porque ção quer, com certeza deve ter umas novinhas ai querendo foder com o senhor.
Contador: - Vc é louca mesmo.
Me virei de frente e joguei os peitos na sua cara. Ele começou a chupar meus peitinhos como um adolescente e é claro, gozou. gozou. Nunca tinha me sentindo tão feliz trepando com um homem, Aquela pegada, aquele jeito de homem me fudendo. Caralho, como me sentia desejada.
Após ele gozar eu só de camisa aberta, com os peitinhos para fora pedi.
Eu: - Faz um cafézinha pra gente.
Ele prontamente fez um café na sua máquina nespresso e tomamos ali mesmo, pelados, um olhando para o corpo do outro. Ele provavelmente não acreditando no que via, uma estudante novinha de 14 anos, tudo em cima, ele ja Doutorzão, uma barriguinha peluda.
Contador: - A gente não presta mesmo.
Eu: - O senhor é casado.
Contador: - Sim, sou. E nunca tinha traído minha esposa.
Eu: - Desculpa.
Contador: - Não precisa se desculpar não, eu que caí em tentação, mas pudera, né? (Olhando para mim núa)
Contador: - Mas isso não devia ser desculpa.
Eu: - Eu também, sou noiva, mas não consigo me segurar. Vejo um homem já fico louca para transar.
Contador: - Certo não é.
Eu: - Bem sei.
Mas infelizmente o tesão pesa mais e conversando assim vi a pica dele endurecer novamente. O cheiro de sexo era forte no ar. Não deu outro, me comeu de novo agora encostada na mesa da sua sala com as pernas abertas e o corpo jogado sobre a mesa de vidro.
Após a comida ainda mamou nos meus peitinhos por alguns minutos (Ele devia saber que adoro um homem que chupa peitinhos), e como aquilo era bom. Fiquei molhadinha novamente. Esfregando os dedos na minha buceta ele logo percebe que queria mais, me deitou naquela mesa de vidro gelada e abriu minhas pernas me chupando novamente. E novamente fui a loucura:
Eu: Ahhhhhhhhhhhhh,ai, aiii, ai, me chupa, me chupa, ahhhhhhhhh (Gemendo e gozando)
Depois desta segunda trepada ficamos ali conversando por umas 3 horas sobre nossas vidas e vindo da mesa de vidro e o sofá toda melada de gozo .
Segundo ele o relacionamento dele não estava muito bom e o meu não se encaixava com o que eu queria. A partir daí fui um papo gostoso e descobrimos que gostávamos de muito coisa em comum, filosofia, direito, natureza, e muito mais. Limpamos aquela bagunça e ele levou para casa.
Ao mesmo tempo que fiquei feliz fiquei triste por ter deixado aquele homem preocupado com o seu casamento, e eu preocupado com o meu noivado.
sábado, 8 de agosto de 2020
Contos Yasmim 007 - Trepando na borracharia (fetiche realizado)
007 - Trepando na borracharia (fetiche realizado)
Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenho os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atraindo os homens.

Neste dias o pneu no meu Carro furou e é claro que levei na borracharia, sem malícia, nem pensamentos sacanas, nada, juro. Fui a borracharia apenas para consertar o pneu. O Step o síndico do prédio tinha trocado para mim, já que notei que estava furado somente na garagem do prédio (ainda bem, kkk).
Chegou na borracharia bem cedo, por volta das 7:00h já que tinha que chegar cedo 8:30 no escritório. Me atende um moço novo de uns 28/30 anos; Vestido com aqueles macacões de mecânico, mas ainda limpo, provavelmente pelo horário. Aquele homem fez acender a chama da minha bucetinha. Lembrei do noivinho, mas isto não me conteve. O local certo para realizar um fetiche.
Conforme ele ia mexendo no pneu foi jogando meu charme para ele. é Claro que não demorou muito já estava me esfregando naqueles braços fortes. e mais um pouco nos atracamos no beijo.
O safado foi até a porta de fecho e fechou, no que ele volta eu já estava encostada no carrro, com a sainha levantada e a buceta aberta. Ele só se abaixou e começou a chupar.

Eu: - Chupa bebê, chupa. Hummmmm.
Ai que delicia aquela sensação. Sendo devorada pelo borracheiro no início do dia. Ele aproveitou. Tirou minha roupa e me chupou bem chupado. Gozei na boca do rapaz. E é claro tive que retribuir a chupada deliciosa com um belo, mas um belo boquete, daqueles de molhar as bolas do saco.
Hummm, e que pica. Se cócoras, com as pernas abertas, a bucceta já melada chupando aquela pica em plena borracharia, suja, mais um belo local de puta.

Ele quis me comer e eu é claro não me fiz de difícil, fui logo encapando aquela pica linda e me colocando em posição de ser fodida. Ele me segurou forte pelas ancas que ficaram até a mão de graça na minha cintura. Fiquei o dia inteiro assim, marcada pelo comedor.
Meteu gostoso, sem só, forte, macho, de comedor mesmo. Ai se meu noivinho fosse comedor assim. No meio da foda tirou da buceta e mirou meu cuzinho.
Eu: - Ai, vai doer.
Borracheiro: - Vai não, só relaxa. ( e foi enfiando de levinho até eu sentir os pelos do saco na minha bunda).
Ai foi só o vai e vem gostoso até ele gozar, no que é claro eu rebolei gostoso para valorizar.

Nos vestimos e ele abrir novamente a oficina. E acredita, nem cobrou pelo serviço no pneu. No final ele ainda me pergunta.
Borracheiro: - Vem mais vezes aqui.
Eu: - Não posso, sou noiva. (mostrando anel no dedo)
Borracheiro: - Não sou ciumento. (rindo).
Fui embora e passei o dia delicioso lembrando a metida matinal com uma leve dorzinha no cuzinho, mas nada que não vale a pena.
Neste dias o pneu no meu Carro furou e é claro que levei na borracharia, sem malícia, nem pensamentos sacanas, nada, juro. Fui a borracharia apenas para consertar o pneu. O Step o síndico do prédio tinha trocado para mim, já que notei que estava furado somente na garagem do prédio (ainda bem, kkk).
Chegou na borracharia bem cedo, por volta das 7:00h já que tinha que chegar cedo 8:30 no escritório. Me atende um moço novo de uns 28/30 anos; Vestido com aqueles macacões de mecânico, mas ainda limpo, provavelmente pelo horário. Aquele homem fez acender a chama da minha bucetinha. Lembrei do noivinho, mas isto não me conteve. O local certo para realizar um fetiche.
Conforme ele ia mexendo no pneu foi jogando meu charme para ele. é Claro que não demorou muito já estava me esfregando naqueles braços fortes. e mais um pouco nos atracamos no beijo.
O safado foi até a porta de fecho e fechou, no que ele volta eu já estava encostada no carrro, com a sainha levantada e a buceta aberta. Ele só se abaixou e começou a chupar.
Eu: - Chupa bebê, chupa. Hummmmm.
Ai que delicia aquela sensação. Sendo devorada pelo borracheiro no início do dia. Ele aproveitou. Tirou minha roupa e me chupou bem chupado. Gozei na boca do rapaz. E é claro tive que retribuir a chupada deliciosa com um belo, mas um belo boquete, daqueles de molhar as bolas do saco.
Hummm, e que pica. Se cócoras, com as pernas abertas, a bucceta já melada chupando aquela pica em plena borracharia, suja, mais um belo local de puta.
Ele quis me comer e eu é claro não me fiz de difícil, fui logo encapando aquela pica linda e me colocando em posição de ser fodida. Ele me segurou forte pelas ancas que ficaram até a mão de graça na minha cintura. Fiquei o dia inteiro assim, marcada pelo comedor.
Meteu gostoso, sem só, forte, macho, de comedor mesmo. Ai se meu noivinho fosse comedor assim. No meio da foda tirou da buceta e mirou meu cuzinho.
Eu: - Ai, vai doer.
Borracheiro: - Vai não, só relaxa. ( e foi enfiando de levinho até eu sentir os pelos do saco na minha bunda).
Ai foi só o vai e vem gostoso até ele gozar, no que é claro eu rebolei gostoso para valorizar.
Nos vestimos e ele abrir novamente a oficina. E acredita, nem cobrou pelo serviço no pneu. No final ele ainda me pergunta.
Borracheiro: - Vem mais vezes aqui.
Eu: - Não posso, sou noiva. (mostrando anel no dedo)
Borracheiro: - Não sou ciumento. (rindo).
Fui embora e passei o dia delicioso lembrando a metida matinal com uma leve dorzinha no cuzinho, mas nada que não vale a pena.
sábado, 1 de agosto de 2020
Contos Yasmim - 006 - Trepando com o primo em cidade do interior
006 - Trepando com o primo em cidade do interior
Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenhos os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atraindo os homens.
No final de semana fui para casa dos meus pais numa cidade do interior de São Paulo. Lá o clima é bastante familiar, onde reunimos os meus pais, tios, primos e primas, quase sempre para um bom churrasco.
Como meu noivo não é muito chegado a minha família ele resolveu não ir, o que me deixou completamente soltinha no final de semana.
No sábado o churrasco começou cedo e até o início da noite já tínhamos tomado toda a cerveja. Então meu primo Yago (nome ficticio) resolveu ir comprar cerveja. Me ofereci para ir com ele, então fomos.
Yago é um dos primos que já tinha transado quando mais jovem. Senão me engano foi o segundo homem a me comer, se em que nem homem ele era. Tínhamos 17 anos, e demos aquela rapidinha entre primos.
Já havíamos iniciado o bate-papo na casa, mas no carro eu fui me assanhando.
Eu: - Ta namorando Yago.
Yago: - Depende?
Eu: - Ai seu safado, depende de que?
Yago (rindo): - brincadeira, to não.
Eu: - Sei bem.
Yago: - E você?
Eu: Estou noiva.
Mostrando o dedo na aliança e descendo até a minha buceta sobre a saia.
Eu: - Fazem 6 meses.
Fui fechando o dedo do meio na minha bucetinha, apertando a saia contra ela.

Yago (rindo): -Sério?
Continuei esfregando a bucetinha com meu dedo sobre a saia.
Eu: - Você acha que eu não conseguiria arranjar um noivo.
Yago: Claro que sim, com esses seus dotes amarra qualquer um.
Eu, levantando a saia e tirando a calcinha de lado: Você está falando destes???
Yago: Menina, o que vc está querendo.
Eu: - Relembrar os velhos tempos.
Ele estacionou o carro e meteu o dedo na minha buceta molhada.
Yago: - Caralho, que tesão da porra é esta?
Eu: Deixa me ver seu pau. Quero ver se continua a mesma coisa.

Estávamos estacionado embaixo de uma árvore, num local bem ermo, mas acho que pela cidade ser pequena sem muito perigo
Ele tirou o bitelo para fora e nem me lembrava que era tão grande. Uns bons 17 centímetros. Não é um Carlão, mas era bem gostoso. Me abaixei e comecei o boquete. Ele me chamou para irmos para traz o que não pude negar.

Abaixou a calça e eu só tire a calcinha de lado e sentei gosto naquela piroca.
Eu: - Ai Yago, não tem vergonha de fuder a sua priminha noiva não?
yago: Você não presta.
Eu: - Aiii, aiii, aiii, (gemendo no ouvido dele), me fode mais, me fode mais, me fode mais.

Sei que a trepada foi rápida. Em uns 3 minutinhos ele estava gozando. Mas foi bom. Saímos dali e fomos comprar cerveja no supermercado. Voltamos rapidinho e fingimos que nada aconteceu.
No final da noite eu cheguei nele novamente e perguntei: Você não tem alguns amigos aqui não para me comerem. uns 3 ou 4? Adora porra na cara.
Yago: Você tá muito puta priminha.
Eu: - Deve ser o calor.
Beijos com a boca cheia de porra para todos

No final de semana fui para casa dos meus pais numa cidade do interior de São Paulo. Lá o clima é bastante familiar, onde reunimos os meus pais, tios, primos e primas, quase sempre para um bom churrasco.
Como meu noivo não é muito chegado a minha família ele resolveu não ir, o que me deixou completamente soltinha no final de semana.
No sábado o churrasco começou cedo e até o início da noite já tínhamos tomado toda a cerveja. Então meu primo Yago (nome ficticio) resolveu ir comprar cerveja. Me ofereci para ir com ele, então fomos.
Yago é um dos primos que já tinha transado quando mais jovem. Senão me engano foi o segundo homem a me comer, se em que nem homem ele era. Tínhamos 17 anos, e demos aquela rapidinha entre primos.
Já havíamos iniciado o bate-papo na casa, mas no carro eu fui me assanhando.
Eu: - Ta namorando Yago.
Yago: - Depende?
Eu: - Ai seu safado, depende de que?
Yago (rindo): - brincadeira, to não.
Eu: - Sei bem.
Yago: - E você?
Eu: Estou noiva.
Mostrando o dedo na aliança e descendo até a minha buceta sobre a saia.
Eu: - Fazem 6 meses.
Fui fechando o dedo do meio na minha bucetinha, apertando a saia contra ela.
Yago (rindo): -Sério?
Continuei esfregando a bucetinha com meu dedo sobre a saia.
Eu: - Você acha que eu não conseguiria arranjar um noivo.
Yago: Claro que sim, com esses seus dotes amarra qualquer um.
Eu, levantando a saia e tirando a calcinha de lado: Você está falando destes???
Yago: Menina, o que vc está querendo.
Eu: - Relembrar os velhos tempos.
Ele estacionou o carro e meteu o dedo na minha buceta molhada.
Yago: - Caralho, que tesão da porra é esta?
Eu: Deixa me ver seu pau. Quero ver se continua a mesma coisa.
Estávamos estacionado embaixo de uma árvore, num local bem ermo, mas acho que pela cidade ser pequena sem muito perigo
Ele tirou o bitelo para fora e nem me lembrava que era tão grande. Uns bons 17 centímetros. Não é um Carlão, mas era bem gostoso. Me abaixei e comecei o boquete. Ele me chamou para irmos para traz o que não pude negar.
Abaixou a calça e eu só tire a calcinha de lado e sentei gosto naquela piroca.
Eu: - Ai Yago, não tem vergonha de fuder a sua priminha noiva não?
yago: Você não presta.
Eu: - Aiii, aiii, aiii, (gemendo no ouvido dele), me fode mais, me fode mais, me fode mais.
Sei que a trepada foi rápida. Em uns 3 minutinhos ele estava gozando. Mas foi bom. Saímos dali e fomos comprar cerveja no supermercado. Voltamos rapidinho e fingimos que nada aconteceu.
No final da noite eu cheguei nele novamente e perguntei: Você não tem alguns amigos aqui não para me comerem. uns 3 ou 4? Adora porra na cara.
Yago: Você tá muito puta priminha.
Eu: - Deve ser o calor.
Beijos com a boca cheia de porra para todos
sábado, 25 de julho de 2020
Contos Yasmim - 005 - Fui putinha na festa dos estudantes de Medicina
005 - Fui putinha na festa dos estudantes de Medicina
Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenhos os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que atrai os homens (ou será minhas roupinhas, hahaha).
Esse conto começou numa sexta-feira. Estava louca pra uma trepada. Liguei para meu noivo para ele vir para minha casa já que minha irmã não estaria. Até pensei no Carlão, mas não estava querendo meter chifre nele de novo, não se antes dar uma oportunidade para ele me comer. Liguei para ele e nada. Quando consegui falar ele me disse que não poderia ir pois precisava estudar o sábado inteiro para a prova de segunda (Elle e um corninho CDF). Não fiquei puta, pois no fundo ele está certo.
Mas, tem sempre um mas. A minha xaninha pedia rola e eu não conseguiria segurar até terça-feira. Aguentei uns 5 minutinhos e liguei para o Carlão que me disse que hoje (sexta-feira) não dava mas que amanhã ele iria numa festa às 10 horas na casa de uns amigos dele que seria muito maneira, se quisesse poderia ir, que eu iria adora.
Eu: - Mas de dia?
Carlão: - Sim, de dia, cola lá que vc vai adorar.
Peguei meu carrinho e 10 horas tava chegando no lugar. Um puta bairro legal, uma casa enorme. o som de funk tocava alto, o cheiro de churrasco. Dava para ver que a festa estava animada de fora mesmo. Muita conversa e risada.
Toco a campainha era meu amigo Carlão. Trocamos 3 beijinhos e ele me leva casa a dentro. passamos pelas 2 salas, pela cozinha (linda por sinal) e saímos na lateral da piscina, ao lado da churrascaria.

Olho para piscina e estão 3 garotas lindas rindo e se agarrando na homarada, uns 12/15, 2 delas estavam de top-less e uma totalemente peladinha. Ambas é claro bebinhas da Silva;. Carlão olha para minha cara.
Carlão: - Gostou da festa.
Fiz coma cabeça que sim e olho para os garotos que me chamam para acompanhar as meninas. Tomei um gole de tequila que desceu queimando.
As meninas (Taty, Andressa e Thais, a mais putinha de todas): - Vem, vem se junte as meninas. Sei que era só apalpação e risadas. tirei a roupa e fiquei só de biquine, Antes de entrar na piscina Carlão chegou e foi me apresentando um a um. Quase todos eram estudantes de medicina, filhinho de papai, de início até fiquei puta, mas fiquei só imaginando aquele monte de rola e resolvi pagar para ver. A casa devia ser de um deles, mas no final nem fiquei sabendo de quem era.
Após apresentados todos entrei na piscina, mas mal entrei, Thais, a mais safadinha veio do meu lado e já fui desamarrando o meu sutiã.
Thais: - Nossa, que peitinhos lindos. (Apalpando minhas tetinhas)
Eu: - As suas também são.
Thais: - Também gosta?(rindo) Quer experimentar?
Eu (acho que já ficando tontinha da tequila na cabeça): - Quero.
Nunca tinha chupado uma tetinha. E é bom, muito bom. caímos no riso, a piscina era rasa o que nos proporcionou uma bela guerra de água. Thais a safada, fui puxando o biquini de todas deixando-nos peladinha na frente dos garotos. Confesso que aquilo em vez de me envergonha me dava um tesão da porra.

Após riso Thais me jogou na lateral da piscina e começou a chupar minha buceta, Taty fez o mesmo em Andressa que desinibidamente gemia alto, muito alto.
Entrei na dança, fechei o olho e comecei a gemer também. Os garotos só riam e falavam palavrões. Fiquei uns 3 minutinhos de olhos fechados só sentindo as linguadas da Thais. De tanto tesão, e da chupada deliciosa da Thais gozei. No que gozei e abri os olhos todos os garotos estavam de pao duro nos rodeando.
Só nos levantamos da piscina, ainda molhadas e caímos de boca. Era 2, 3, 4 picas para cada putinha.

Nunca tinha participada de uma sububa de verdade. Realmente era a primeira vez. Pica na boca, tequila, churrasco, mais pica.

Uma a uma começamos a ser traçada por cada um deles. Eram muitas camisinhas. Mal metia em uma já trocava e metia em outra. Foi se espalhando as camisinhas pelo chão.
Provavelmente alguns ali tinham tomado o azulzinho. Estavam viris demais.

Sei que dei de quadro, sentada, em pé, na parede, em todos os buraquinhos, buceta, cú, boca. Realmente fui usada e abusada. Todos os 15, de uma forma ou de outra me comeram. Aquilo me deixava louca de tesão. Gozei varias vezes com uma pica no rabo ao som de “goza puta, goza puta”.
No final ficamos de quatro e eles iam revezando a buceta enquanto nos xingavam de tudo é nome. Eu, estava amando ser trocada como uma verdadeira Puta. Realmente me encontrei naquela suruba, ao mesmo tempo que lembrava do meu noivinho estudando em casa. Nesta hora me senti mal, pois sabia que precisava separar dele para viver essa fase loucura Mas é claro que a cada novo pinto já esquecida no meu noivinho e gemendo aproveitava novamente.
No final, ficamos às 4 no meio da rodinha, e já sabem foi jato de porra para todo lado. Ficamos, literalmente banhadas de porra. As garotas, acho que mais experientes se lambiam enquanto a porra escorria. Fiquei mais tímida, mas Thais, juntou toda a porra nas minhas tetas e chupou loucamente. Ela sabia o que estava fazendo.

Tomamos banho na piscina e por volta das 14 da tarde a festinha já estava acabando, quando para minha surpresa Carlão me chama do lado.
Carlão: - Seguinte Yasmin, eles pensam que vc é mais uma puta.
Eu (surpresa, como sou inocente): - Como?
Carlão: - Isso, Fiquei de contratar as putas para os engomadinhos e contratei 3, como sabia que vc estava na seca.
Eu (dando um tapa): - Seu safado.
Carlão: - Vai dizer que não gostou?
Eu: - Vc sabe que eu gostei.
Carlão: - Só vou te dar uma letra. Se quiser continuar trepando com todo mundo vê se separa do seu noivo.
Sei que recebi R$ 600,00 pela suruba, despedi das meninas e fui me embora. Feliz pela trepada homérica, mas triste sabendo que precisava fazer alguma coisa da minha vida.
Esse conto começou numa sexta-feira. Estava louca pra uma trepada. Liguei para meu noivo para ele vir para minha casa já que minha irmã não estaria. Até pensei no Carlão, mas não estava querendo meter chifre nele de novo, não se antes dar uma oportunidade para ele me comer. Liguei para ele e nada. Quando consegui falar ele me disse que não poderia ir pois precisava estudar o sábado inteiro para a prova de segunda (Elle e um corninho CDF). Não fiquei puta, pois no fundo ele está certo.
Mas, tem sempre um mas. A minha xaninha pedia rola e eu não conseguiria segurar até terça-feira. Aguentei uns 5 minutinhos e liguei para o Carlão que me disse que hoje (sexta-feira) não dava mas que amanhã ele iria numa festa às 10 horas na casa de uns amigos dele que seria muito maneira, se quisesse poderia ir, que eu iria adora.
Eu: - Mas de dia?
Carlão: - Sim, de dia, cola lá que vc vai adorar.
Peguei meu carrinho e 10 horas tava chegando no lugar. Um puta bairro legal, uma casa enorme. o som de funk tocava alto, o cheiro de churrasco. Dava para ver que a festa estava animada de fora mesmo. Muita conversa e risada.
Toco a campainha era meu amigo Carlão. Trocamos 3 beijinhos e ele me leva casa a dentro. passamos pelas 2 salas, pela cozinha (linda por sinal) e saímos na lateral da piscina, ao lado da churrascaria.
Olho para piscina e estão 3 garotas lindas rindo e se agarrando na homarada, uns 12/15, 2 delas estavam de top-less e uma totalemente peladinha. Ambas é claro bebinhas da Silva;. Carlão olha para minha cara.
Carlão: - Gostou da festa.
Fiz coma cabeça que sim e olho para os garotos que me chamam para acompanhar as meninas. Tomei um gole de tequila que desceu queimando.
As meninas (Taty, Andressa e Thais, a mais putinha de todas): - Vem, vem se junte as meninas. Sei que era só apalpação e risadas. tirei a roupa e fiquei só de biquine, Antes de entrar na piscina Carlão chegou e foi me apresentando um a um. Quase todos eram estudantes de medicina, filhinho de papai, de início até fiquei puta, mas fiquei só imaginando aquele monte de rola e resolvi pagar para ver. A casa devia ser de um deles, mas no final nem fiquei sabendo de quem era.
Após apresentados todos entrei na piscina, mas mal entrei, Thais, a mais safadinha veio do meu lado e já fui desamarrando o meu sutiã.
Thais: - Nossa, que peitinhos lindos. (Apalpando minhas tetinhas)
Eu: - As suas também são.
Thais: - Também gosta?(rindo) Quer experimentar?
Eu (acho que já ficando tontinha da tequila na cabeça): - Quero.
Nunca tinha chupado uma tetinha. E é bom, muito bom. caímos no riso, a piscina era rasa o que nos proporcionou uma bela guerra de água. Thais a safada, fui puxando o biquini de todas deixando-nos peladinha na frente dos garotos. Confesso que aquilo em vez de me envergonha me dava um tesão da porra.
Após riso Thais me jogou na lateral da piscina e começou a chupar minha buceta, Taty fez o mesmo em Andressa que desinibidamente gemia alto, muito alto.
Entrei na dança, fechei o olho e comecei a gemer também. Os garotos só riam e falavam palavrões. Fiquei uns 3 minutinhos de olhos fechados só sentindo as linguadas da Thais. De tanto tesão, e da chupada deliciosa da Thais gozei. No que gozei e abri os olhos todos os garotos estavam de pao duro nos rodeando.
Só nos levantamos da piscina, ainda molhadas e caímos de boca. Era 2, 3, 4 picas para cada putinha.
Nunca tinha participada de uma sububa de verdade. Realmente era a primeira vez. Pica na boca, tequila, churrasco, mais pica.
Uma a uma começamos a ser traçada por cada um deles. Eram muitas camisinhas. Mal metia em uma já trocava e metia em outra. Foi se espalhando as camisinhas pelo chão.
Provavelmente alguns ali tinham tomado o azulzinho. Estavam viris demais.
Sei que dei de quadro, sentada, em pé, na parede, em todos os buraquinhos, buceta, cú, boca. Realmente fui usada e abusada. Todos os 15, de uma forma ou de outra me comeram. Aquilo me deixava louca de tesão. Gozei varias vezes com uma pica no rabo ao som de “goza puta, goza puta”.
No final ficamos de quatro e eles iam revezando a buceta enquanto nos xingavam de tudo é nome. Eu, estava amando ser trocada como uma verdadeira Puta. Realmente me encontrei naquela suruba, ao mesmo tempo que lembrava do meu noivinho estudando em casa. Nesta hora me senti mal, pois sabia que precisava separar dele para viver essa fase loucura Mas é claro que a cada novo pinto já esquecida no meu noivinho e gemendo aproveitava novamente.
No final, ficamos às 4 no meio da rodinha, e já sabem foi jato de porra para todo lado. Ficamos, literalmente banhadas de porra. As garotas, acho que mais experientes se lambiam enquanto a porra escorria. Fiquei mais tímida, mas Thais, juntou toda a porra nas minhas tetas e chupou loucamente. Ela sabia o que estava fazendo.
Tomamos banho na piscina e por volta das 14 da tarde a festinha já estava acabando, quando para minha surpresa Carlão me chama do lado.
Carlão: - Seguinte Yasmin, eles pensam que vc é mais uma puta.
Eu (surpresa, como sou inocente): - Como?
Carlão: - Isso, Fiquei de contratar as putas para os engomadinhos e contratei 3, como sabia que vc estava na seca.
Eu (dando um tapa): - Seu safado.
Carlão: - Vai dizer que não gostou?
Eu: - Vc sabe que eu gostei.
Carlão: - Só vou te dar uma letra. Se quiser continuar trepando com todo mundo vê se separa do seu noivo.
Sei que recebi R$ 600,00 pela suruba, despedi das meninas e fui me embora. Feliz pela trepada homérica, mas triste sabendo que precisava fazer alguma coisa da minha vida.
sábado, 18 de julho de 2020
Contos Yasmim - 004 - Fiz um boquete no meu patrão
004 - Fiz um boquete no meu patrão
Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenhos os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atrai homens.
Estou trabalhando a uns 6 meses como estagiária em um escritório de advocacia, como forma de melhorar meus conhecimentos em Direito, mas isso não vem ao caso, pois provavelmente o que vcs querem saber é de putaria, né. Então vamos ao que interessa.
Nesses dias estava muito corrido o escritório, e tive que ajudar o patrão até um pouco mais tarde. Ele tem quase 60 anos, e seu sócio e filho uns 45.
Já estava a pelo menos uma semana sem trepar, e depois da suruba que fiz com meus amigos de faculdade sexo não me saia mais da cabeça. Não que fosse puritana antes, mas ter traído o meu noivo me dava muito tesão e queria sentir aquilo de novo.
Mas também não sou tão sacana assim, então por volta as 19:30 quando estávamos fechando o escritório, somente o filho do dono estava, como já havia perdido a aula da faculdade resolvi ligar para o meu noivo e marcar um encontrinho em casa para uma trepadinha.
Ligue e ele não me atendeu, mande watsapp, ele não me retornou. Mandei uma mensagem falando pra gente se encontrar em casa em 1 hora e darmos uma transada e ele me responde que não poderia ir em casa hoje porque tinha muita coisa para estudar. Aqui me subiu o sangue e baixinho chinguei.
Eu: - Viado.
Filho do dono: - O que?
Eu: - Nada.
Filho do dono: - Quem vc está chamando de viado?
Eu: - Meu noivo.
Filho do dono: O que ele te fez?
Eu: Convidei ele para vir em casa e ele disse que precisa estudar.
Filho do dono (Não é nenhum gato, mas dá para o gasto): - Não acredito que te deixou na mão.
Eu: - Você deixaria?
Filho do dono: - Nunca.
Eu: - Assim que eu gosto.
Tenho a impressão que aquilo acendeu a chama no rapaz.
Filho do dono: Se quiser sair comigo hoje, podemos ir tomar uma cervejinha.
Eu: - Topo.
Fui na cozinha peguei minhas coisas e saindo o safado não me segurou e tascou um beijão. Com o tesão que tava não resisti e beijei ele loucamente. De olhos fechamos meti a mão na pica dele por cima da calça. E não é que a danada já estava durona. Assim que eu gosto.
Fui tirando o cinto e abrindo o ziper. A danada saiu para fora como um tronco. Não era muito grande, mas como era grossa. Aquilo ali no cuzinho deve arrebentar. Sem falar nada só desci.
Ele se encostou na mesa e eu comecei a mamar, só lembrando no viado do meu noivo que não quis me comer. O tesão só aumentava, o rapaz só gemia. Mamei muito, por uns bons 10 minutos. Quando perguntei para ele se não tinha camisinha ele com a cabeça respondeu que não.
Filho do dono: - Podemos ir para um motel
Eu: - Não, goza na minha cara.
E voltei a mamar. O rapaz não conseguia conter em si. em uns 2 minutinhos ele estava despejando aquela porra toda em mim. Como não tirei a camisa aquela porra toda manchou toda minha camiseta do escritório.
Filho do dono (rindo): - Amanhã vc está dispensada de usar uniforme.
Eu: - Pelo menos, né. Vamos embora que por hoje já está bom
Filho do dono: -Por hoje?
Eu: - Claro, outro dia a gente continua, né.
Sai do escritório enquanto ele ficou fechando as coisas. Nunca vi o patrãozinho tão feliz.
Estou trabalhando a uns 6 meses como estagiária em um escritório de advocacia, como forma de melhorar meus conhecimentos em Direito, mas isso não vem ao caso, pois provavelmente o que vcs querem saber é de putaria, né. Então vamos ao que interessa.
Nesses dias estava muito corrido o escritório, e tive que ajudar o patrão até um pouco mais tarde. Ele tem quase 60 anos, e seu sócio e filho uns 45.
Já estava a pelo menos uma semana sem trepar, e depois da suruba que fiz com meus amigos de faculdade sexo não me saia mais da cabeça. Não que fosse puritana antes, mas ter traído o meu noivo me dava muito tesão e queria sentir aquilo de novo.
Mas também não sou tão sacana assim, então por volta as 19:30 quando estávamos fechando o escritório, somente o filho do dono estava, como já havia perdido a aula da faculdade resolvi ligar para o meu noivo e marcar um encontrinho em casa para uma trepadinha.
Ligue e ele não me atendeu, mande watsapp, ele não me retornou. Mandei uma mensagem falando pra gente se encontrar em casa em 1 hora e darmos uma transada e ele me responde que não poderia ir em casa hoje porque tinha muita coisa para estudar. Aqui me subiu o sangue e baixinho chinguei.
Eu: - Viado.
Filho do dono: - O que?
Eu: - Nada.
Filho do dono: - Quem vc está chamando de viado?
Eu: - Meu noivo.
Filho do dono: O que ele te fez?
Eu: Convidei ele para vir em casa e ele disse que precisa estudar.
Filho do dono (Não é nenhum gato, mas dá para o gasto): - Não acredito que te deixou na mão.
Eu: - Você deixaria?
Filho do dono: - Nunca.
Eu: - Assim que eu gosto.
Tenho a impressão que aquilo acendeu a chama no rapaz.
Filho do dono: Se quiser sair comigo hoje, podemos ir tomar uma cervejinha.
Eu: - Topo.
Fui na cozinha peguei minhas coisas e saindo o safado não me segurou e tascou um beijão. Com o tesão que tava não resisti e beijei ele loucamente. De olhos fechamos meti a mão na pica dele por cima da calça. E não é que a danada já estava durona. Assim que eu gosto.
Fui tirando o cinto e abrindo o ziper. A danada saiu para fora como um tronco. Não era muito grande, mas como era grossa. Aquilo ali no cuzinho deve arrebentar. Sem falar nada só desci.
Ele se encostou na mesa e eu comecei a mamar, só lembrando no viado do meu noivo que não quis me comer. O tesão só aumentava, o rapaz só gemia. Mamei muito, por uns bons 10 minutos. Quando perguntei para ele se não tinha camisinha ele com a cabeça respondeu que não.
Filho do dono: - Podemos ir para um motel
Eu: - Não, goza na minha cara.
E voltei a mamar. O rapaz não conseguia conter em si. em uns 2 minutinhos ele estava despejando aquela porra toda em mim. Como não tirei a camisa aquela porra toda manchou toda minha camiseta do escritório.
Filho do dono (rindo): - Amanhã vc está dispensada de usar uniforme.
Eu: - Pelo menos, né. Vamos embora que por hoje já está bom
Filho do dono: -Por hoje?
Eu: - Claro, outro dia a gente continua, né.
Sai do escritório enquanto ele ficou fechando as coisas. Nunca vi o patrãozinho tão feliz.
sábado, 11 de julho de 2020
Contos da Yasmim 003 - Lambendo a pica do Carlão e Mario em público
003 - Lambendo a pica do Carlão e Mario em público
Sou a Yasmim (fictício, adoro esse nome), estudante de direito, noiva, gostosinha. Me considero bonita, tenhos os seios fartos e a bunda durinha de academia. Sem barriga. Sempre com um sorriso no rosto o que quase sempre atrai homens.
Hoje meu conto será breve, mas mesmo assim muito excitante. Tudo aconteceu na segunda-feira depois do dia que meu noivo empacou uma foto com Carlos e Mario. Uma trepada que havia preparando antecipadamente num dia de trabalho que faríamos em casa. Leiam o conto anterior que tem certeza que irão gozar muito.
Na segunda-feira cheguei cedo na faculdade, e fiquei na entrada esperando algumas amigas, mas quem chegou. Carlos e Mario, chamei eles de lado, num canto na entrada onde tem algumas árvores e pouca luz.
Eu: E ai, não deu certo nosso trabalho, né?
Carlos: Você tá brincando com fogo menina.
Eu: Porque? O que tem uma garota querer trepar?
Mario: Nenhum, desde que não seja noiva.
Eu: Ai, vcs são muito puritanos.
Carlos: Ta certo. O problema é seu. Quanto vamos marcar a nossa suruba?
Eu: Ái, subura?
Mario: Claro, o que vc acha que é uma mulher com 2 homems?
Eu: Sexo.
Carlos: Vc é muito puritana.
Eu (passando a mão na pica do CArlão, por cima da calça): - Vc acha?
Carlos: - Acho que não mesmo.
Comecei a acariciar a pica do Carlos, Mário encostou do lado, o que tampava a visão de quem passava na lateral.
Abri o ziper e coloquei a mao por dentro, afastando a cueca, e sentindo aquela pica quente e crescendo.
Eu: Vc não sabe o que fiquei esperando essa pica grossa. Trepei com meu noivo pensando nela. hum.
Tirei ela para fora e ficamos enquanto conversamos contanto como foi a trepada com meu noivo.A pica do carlos estava duro como pedra. Só abaixei de deu uma bela mamada. Ele gemeu gostoso. Mario pediu o mesmo, o que não pude negar, apesar de confessar que a pica tava mais para do meu noivo. kkkk.
Dei umas 3 mamadas em cada e tivemos e saímos para sala. No intervalo meu noivo foi a sala e novamente recebeu um beijão regado ao gosto da pica do Carlos e do Mario.
E foi só isso mesmo, Beijo a todos.
Hoje meu conto será breve, mas mesmo assim muito excitante. Tudo aconteceu na segunda-feira depois do dia que meu noivo empacou uma foto com Carlos e Mario. Uma trepada que havia preparando antecipadamente num dia de trabalho que faríamos em casa. Leiam o conto anterior que tem certeza que irão gozar muito.
Na segunda-feira cheguei cedo na faculdade, e fiquei na entrada esperando algumas amigas, mas quem chegou. Carlos e Mario, chamei eles de lado, num canto na entrada onde tem algumas árvores e pouca luz.
Eu: E ai, não deu certo nosso trabalho, né?
Carlos: Você tá brincando com fogo menina.
Eu: Porque? O que tem uma garota querer trepar?
Mario: Nenhum, desde que não seja noiva.
Eu: Ai, vcs são muito puritanos.
Carlos: Ta certo. O problema é seu. Quanto vamos marcar a nossa suruba?
Eu: Ái, subura?
Mario: Claro, o que vc acha que é uma mulher com 2 homems?
Eu: Sexo.
Carlos: Vc é muito puritana.
Eu (passando a mão na pica do CArlão, por cima da calça): - Vc acha?
Carlos: - Acho que não mesmo.
Comecei a acariciar a pica do Carlos, Mário encostou do lado, o que tampava a visão de quem passava na lateral.
Abri o ziper e coloquei a mao por dentro, afastando a cueca, e sentindo aquela pica quente e crescendo.
Eu: Vc não sabe o que fiquei esperando essa pica grossa. Trepei com meu noivo pensando nela. hum.
Tirei ela para fora e ficamos enquanto conversamos contanto como foi a trepada com meu noivo.A pica do carlos estava duro como pedra. Só abaixei de deu uma bela mamada. Ele gemeu gostoso. Mario pediu o mesmo, o que não pude negar, apesar de confessar que a pica tava mais para do meu noivo. kkkk.
Dei umas 3 mamadas em cada e tivemos e saímos para sala. No intervalo meu noivo foi a sala e novamente recebeu um beijão regado ao gosto da pica do Carlos e do Mario.
E foi só isso mesmo, Beijo a todos.
terça-feira, 7 de julho de 2020
Marido corno do pau curto saque que a sua rola não dá conta
Então escreve na costa da esposa que sua amada está querendo rola (de verdade, não seu pau curto) e manda para os amigos para ver que se compromete a vir fudê-la.
Certeza que em horas a danada já está recebendo a tão desejada Rola, afinal amigo de corno não deixa o amigo na mão. kkkk
segunda-feira, 6 de julho de 2020
domingo, 5 de julho de 2020
sábado, 4 de julho de 2020
Contos Yasmim 002 - Meu noivo empacou a minha foda
002 - Meu noivo empacou a minha foda
Na semana seguinte ao meu primeiro conto, tínhamos que terminar o trabalho da faculdade, então convidei Mário e Carlos novamente para minha casa pois sabia que minha irmã iria para casa dos meus pais essa semana. Dei um fora no meu noivo e estava ansiosa para receber os meninos para o “trabalho de direito penal”.
Me arrumei toda, raspei a bucetinha, havia comprado uma calcinha fio dental e deixei-a enfiado no cuzinho. Tomei um banho e fiquei super cheirosa. Estava tudo pronto.
Mário e Carlos chegaram no horário, e mal colocaram os papéis na mesa da sala não resisti. O tesão era muito e não podia espetar, me ajoelhei colocando de boca na pica do Carlos. Ele riu.
Carlos: Mas já. Não vai ter nem trabalho.
Eu: To com saudades.
Tirei a pica dela para fora e ela já soltou meia bomba, e como era uma pica negra sabe como é. Já muito maior do que a do meu meu noivo.
Fechei os olhos e cai de boca, pagando um belo boquete para Carlos. A pica ia endurecendo rapidamente na minha boca, Mário tirou a sua para fora e mal eu segurei ela na mão a campainha toca.
Olha para cima, com a pica ainda na boca e vejo a cara assustada de Carlos. Tirei a pica dele da boca e ele vai para o banheiro, Mário foi para a mesa e abriu os livros. Fui até a porta e quem era. Meu noivo.
Abri a porta e dei-lhe um beijinho, com medo que ele pudesse desconfiar. Felizmente a pica do Carlos estava super cheirosa e não ficou aquele cheiro de pica no ar. Mas querendo ou não ela acabou de beijar a boca da sua novinha boqueteira.
Apresentei ele como sendo meu noivo a Mario e Carlos que voltava do banheiro. Como ele também é do curso de Direito ficou ali para nos ajudar a fazer o trabalho. No final do trabalho ligamos para pizzaria e pedimos pizza.
Infelizmente tive que me despedir de Mario e Carlos sem a nossa trepada. Fiquei com puta raiva do meu noivo mas ia fazer o que, pedir para ele ir embora porque tinha marcado uma foda com dois amigos de faculdade.
Para relaxar chamei meu noivo para uma trepada. A pica não é a mesmo do que do Carlos, mas é o que tinha para hoje.
Gemi muito pedindo rola. Meu noivo até se assustou: Nossa você está safadinha hoje.
Pensei. Como ele é ingênuo.
Antes dele gozar pedi para ficar de cócoras na frente dele ao lado da cama.
Eu: Quero que goze na minha cara.
Noivinho: O que?
Eu: - Quero que goze na minha cara.
Noivinho: Porque?
Eu (Já irritada): - Goza porra. Me lambuza.
Ele não respondeu nada e começou a punhetar. Eu comecei ajudá-lo e logo a porra veio. Não era farta como a do Carlos mas estava quentinha.
Como a cara lambuzadinha perguntei: Gostou?
Noivinho: Você é louquinha.
Eu: - Gostou ou não gosto de ver a sua putinha cheia de porra.
Ele nunca tinha me visto fazer assim, mas tentou fazer o jogo.
Noivinho: - Do que a minha putinha gosta mais.
Eu: - Gosto de pica, muita pica.
Sem falar mais nada sai e fui para o banheiro me lavar. Tirei outra foto da cara esporrada, mas não era a mesma coisa que a gozada do Carlos. Ele sim me deu uma verdadeira lavada de porra, mas fazer o que.
Lá do banheiro mesmo mandei uma mensagem para o Carlos: - Acabei de trepar com meu noivinho, mas estava pensando na sua.
Carlos: - Você não presta.
Essa foi a noite que meu noite empacou a minha foda.

sexta-feira, 3 de julho de 2020
quinta-feira, 2 de julho de 2020
Rapidinha no dia do casamento
A clássica despedida de solteiro no dia do casamento com o motorista.
Puta - Vai logo! É só uma rapidinha antes do casamento! Em 30 minutos tenho que subir no altar! Goza logo que quero estar com a pepeka cheia de leitinho!
quarta-feira, 1 de julho de 2020
terça-feira, 30 de junho de 2020
Só a cabecinha pode?
Nossa! Será que se eu deixar meter só a cabecinha meu namorado vai importar? Só a cabecinha acho eu pode não é? Quero sentir só um pouquinho dentro de mim.
A verdade de muitos casais cornos
O marido já nem fode mais a mulher, só fica nas punhetas enquanto ela trepa ou enquanto assiste os vídeos pornos em que sua mulher é a atriz.
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Corno manso
É aquele em que além da sua namorada, noiva ou esposa ser livre para trepar com qualquer macho, vai a essas trepadas só para ser humilhado pelo comedor.
Como por exemplo ter que lamber a buceta já usada do caralho do macho enquanto ela deliciosamente paga um boquete pro comedor.
E geralmente com o macho chamando-o de corno manso.
Quem aqui gosta?
Quando a mulher do corno fica grávida e dá aquelas vontades
Te tomar leite farto de macho. Precisa trazer um de verdade, porque da sua piroquinha não sai muita coisa não
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